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Amigas do Bem Viver

ASSOCIAÇÃO AMIGAS DO BEM VIVER É DECLARADA DE UTILIDADE PÚBLICA

Projeto de Lei de autoria da vereadora Marli do Esporte, a Associação Beneficente Cultural de Apoio às Pessoas com Câncer e Pós Câncer (Amigas do Bem Viver) foi declarada de utilidade pública por unanimidade.

26/03/2020 07h01
Por: Marli Gonçalves Costa
Fonte: Assessoria

Na última sessão ordinária da Câmara de Vereadores de Toledo realizada no dia 23 de março, após votação de Projeto de Lei de autoria da vereadora Marli do Esporte (PSB), a Associação Beneficente Cultural de Apoio às Pessoas com Câncer e Pós Câncer (Amigas do Bem Viver) foi declarada de utilidade pública por unanimidade, e oficializada na data de hoje pela lei “R” nº 11 de 24 de março de 2020.

A Associação Amigas do Bem Viver reúne pessoas que já foram ou tem o diagnóstico de câncer, além de voluntários, que tem como principal objetivo a busca pelo respeito, amor, cuidado, inserção social, e estimulo aos diagnosticados a buscar e compartilhar suas experiências. O grande diferencial deste projeto é que a Associação promove o acompanhamento durante e após o tratamento.

 Diante disso, a proposta do projeto é oferecer assistência e orientações básicas que buscam amparar psicológica, física, espiritual, cultural e socialmente o paciente com câncer. São proporcionados debates, palestras, desfiles, musicais, bazares beneficentes e eventos para os diagnosticados, suas famílias e a comunidade em geral. Não obstante, além do apoio para quem está em tratamento, o grupo acolhe os familiares para uma melhor compreensão e aceitação da doença e suas porcentagens de cura.

Segundo uma das voluntárias, carinhosamente chamada de “Tere” a Associação Amigas do Bem Viver, nos faz melhorar como pessoa e como profissional. “Estar próximo ao projeto, nos permite acreditar e ter forças para vencer qualquer dificuldade".

Para a vereadora Marli do Esporte, autora do projeto de lei “ é imensurável destacar as contribuições que essas guerreiras trazem não só para quem é diagnosticado com câncer, mas também para as famílias dos pacientes. É todo um trabalho de suporte, atenção e acolhimento em um momento que as pessoas muitas vezes perdem o chão, e se não tiver alguém para acolher, é muito mais difícil lidar com a doença. Então eu me sinto imensamente feliz e agradecida em poder estar colaborando com esse projeto”.